Projecto AKAPULCO

 

projecto AKAPULCO

 
O projecto AKAPULCO visa o desenvolvimento de tecnologias de informação e equipamentos de maneio e gestão animal por duas empresas Portuguesas, a PECplus Lda. e a DIGIDELTA SOFTWARE – Análise e Programação, Unipessoal, Lda.

A PECplus, responsável pela instalação de explorações-piloto para as diferentes espécies pecuárias, tem como o objectivo, identificar as necessidades das explorações para promover novas funcionalidades para a fileira e melhoria das funcionalidades dos equipamentos existentes bem como o desenvolvimento de novos protótipos.

A parceria entre as duas empresas, surgiu da necessidade da PECplus encontrar um parceiro de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), a DIGIDELTA, para o desenvolvimento de uma plataforma que assegure as funcionalidades do Ovigest de forma mais estável, flexível e com rapidez na arquitectura da base de dados, sendo escalonável a nível nacional e internacional, capaz de gerir qualquer espécie pecuária e as suas especificidades técnicas, interagindo com a tecnologia RFID, mangas mecanizadas, balanças “self-service” e outros periféricos.

Pela necessidade de incluir os módulos de administração de medicamentos em animais e o RED – Registo de Existências e Deslocações, ambos de registo obrigatório por exigências legais e comunitárias, o mercado alvo passou a incluir todas as explorações de produtos pecuários e a proporcionar um melhoramento da rastreabilidade animal.

A partilha de conhecimento e visão de projectos dirigidos ao mesmo mercado pecuário, com abordagens e contributos diferentes, gera um complemento natural, em que as sinergias potenciam uma visão bastante mais alargada dos objectivos inicialmente traçados.

A PECplus e a DIGIDELTA pretendem levar para o mercado pecuário, um sistema multi tecnológico, que abrange a informática, a electrónica e a automação, que actuem com base na identificação electrónica dos animais com RFID, permitindo dar um grande salto tecnológico no maneio e gestão dos animais, dando competitividade a um sector necessitado, aproveitando o momento em que a implementação da identificação RFID obrigatória gerará este mercado.

Não se trata de conquista de mercado, mas sim, gerar o mercado e ser pioneiro.